“Graciosíssimo Senhor, conhecer-Te é a real beatitude e felicidade da alma, e, todavia, ninguém pode conhecer-Te, a não ser que Te reveles e Te mostres. Digna-Te, por Tua infinita misericórdia, iluminar hoje e sempre o meu coração e a minha mente, habilitando-me a conhecer-Te e a conhecer a Tua perfeita e santíssima vontade, para honra e glória do Teu nome. Amém.” (...)
“Senhor Jesus, sendo que diariamente eu caio e que estou sempre pronto a pecar, concede-me graça para que eu possa-me levantar todas as vezes que eu cair. Não me deixes arrastar pela presunção, mas faze com que eu, com a maior modéstia e humildade, reconheça a minha miséria e a minha fragilidade, e que me arrependa, com o firme propósito de corrigir-me. Não permitas que eu me desespere por causa da minha grande fragilidade, mas ajuda-me a confiar sempre em Tua amorosa misericórdia e em Tua prontidão para perdoar.”
Robert Leighton (1611-1684), bispo de Duublane, e depois arcebispo de Glasgow, foi o filho mais velho do Dr. Alexander Leighton. Desde sua infância, foi distinguido por seu temperamento santo e disposição, e com 16 anos (1627) foi enviado para completar sua educação na universidade de Edimburgo, onde, depois de estudar com sucesso por quatro anos , ele tomou o grau de Mestre. O período exato de sua volta para a Escócia não foi apurado, mas em 1641 ele foi ordenado ministro presbiteriano de Newbattle em Midlothian, onde continuou por cerca de dez anos. No final desse período, ele renunciou a seu cargo, e passou a residir em Edimburgo (1652). No início do ano seguinte, foi nomeado diretor da universidade de Edimburgo, e professor primarius da divindade. Neste posto, ele continuou por sete ou oito anos, onde foi uma grande bênção, porque ele falou para todos os jovens de qualquer capacidade ou distinção tendo grande efeito em muitos deles.
Fonte: LEIGHTON, Robert – Regras e Instruções para uma Vida Santa. In SCOUGAL, Henry – A Vida de Deus na Alma do Homem – Editora PES, p. 137-38; 140.
Ave Crux, Unica Spes!

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